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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

DOIS MIL E DEZESSEIS DE SOUZA !





"A gente não tem que olhar quanto vai gastar, tem que olhar quanto à gente vai ganhar. É uma oportunidade para consertarmos um pouco mais o país", afirmou o presidente Lula.
2016, já vai nascer devendo!!

Oséias Alves
05/10/2009

SÓ UMA MAROLINHA

Um terremoto de 7,6 graus na escala Richter atingiu a região da ilha de Sumatra, na Indonésia, nesta quarta-feira, 30/9/2009, matando e deixando milhares de feridos, informaram autoridades do país.


Oséias Alves
05/10/2009

OS BRICs


Os BRICs, acrônimo criado pelo economista do Goldman Sachs Jim O'Neill para designar o grupo de países composto por Brasil, Rússia, Índia e China, são considerados como os expoentes dos países em desenvolvimento. A razão disso está no porte dessas quatro nações.
Com população em torno de 2,8 bilhões de habitantes (45% da população mundial), Produto Interno Bruto (PIB) por volta de US$ 8 trilhões (13% do PIB mundial) e uma área de 38 milhões quilômetros quadrados (25% da área do planeta), os BRICs já possuem um peso significativo no quadro econômico mundial. No entanto, conforme projeção de O'Neill, é o ritmo de crescimento econômico desses países que deve ser levado em conta. Tal projeção indica que, em 2050, eles, em bloco, terão PIB superior ao dos Estados Unidos, da União Europeia e, inclusive, do G6 (Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França e Itália).
Muitos, porém, não acreditam que estes países venham a formar um bloco econômico coeso.


As diferenças entre os BRICs:


 A China ainda vive sob um sistema político ditatorial.
A Rússia, embora permita a disputa eleitoral, está muito longe de ser considerada uma democracia.
A Índia, embora democrática, tem grandes problemas de disputa territorial com vizinhos e contínua tensão entre os grupos étnicos que formam sua população.
O Brasil é o mais avançado institucionalmente. Temos um sistema democrático moderno e consolidado, que passou pelo período de transição demográfica, com migração do campo para a zona urbana e estabilização do crescimento demográfico. Além do mais, o Brasil não enfrenta problemas políticos com vizinhos e conta com grande harmonia linguística, cultural, étnica e religiosa.
No entanto, os quatro países não conseguiram firmar nenhum documento importante, a não ser a própria vontade de realizar reuniões periódicas.
Com ou sem a consolidação do BRIC, o Brasil passa ter maior importância nas decisões mundiais. Dono da maior reserva hídrica, da maior área agriculturável e da mais completa biodiversidade do mundo, o Brasil, contando com uma economia diversificada e uma estrutura institucional avançada, tem condições de assumir um papel muito mais ativo no cenário mundial. Porém, isso vai depender da sua disponibilidade no nível de investimento nos próximos anos, além da viabilização de um projeto de inovação focado na área de ciência e tecnologia.


Oséias Alves
05/10/2009


Fonte: Brasil Escola




sexta-feira, 2 de outubro de 2009

RIO 2016, AGORA É SÓ TRABALHO E COBRANÇA, BOA SORTE RIO !! QUE SEJA A MELHOR DE TODOS OS TEMPOS!!



Confirmado, O Rio de Janeiro é oficializado como sede das Olimpíadas de 2016.
Com um projeto melhor do que as cidades de Madri, Chicago e Tóquio, o Rio de Janeiro agora é sede das Olimpíadas de 2016.
Ter um evento dessa magnitude no Brasil vai ser muito bom, é uma oportunidade de crescimento tanto da cidade do Rio de Janeiro, quanto do próprio Brasil. É um momento de crescer na infra-estrutura, economia, no transporte, turismo e em varias outras áreas.


O Banco Mundial em suas estimativas já afirmou que no ano de 2016, o Brasil poderá ser a 5º economia do mundo.
É claro que temos questões mais urgentes para se preocupar, como a nossa educação que ainda é precária, a saúde que ainda vive em um atraso assustador, e a questão da violência urbana que é crescente, porém o Brasil não iria ser menos corrupto caso as Olimpíadas não fosse realizada aqui, mas com a realização aqui o Brasil pode começar a corrigir essa questão.
Mãos à obra Rio, agora é só trabalho e cobrança, boa sorte, que seja a melhor Olimpíada de todos os tempos!!!


Oséias Alves
02/10/2009


quinta-feira, 1 de outubro de 2009

O PODER DA MÍDIA




"O poder da mídia para imbecilizar o cidadão é inquestionável. É notória sua capacidade para levar populações inteiras do ridículo ao absurdo sem que elas sequer percebam isso."



Oséias Alves
01/10/2009

O QUE SÃO PLACAS TECTÔNICAS?






Placas Tectônicas são porções da crosta terrestre (litosfera) limitadas por zonas de convergência ou divergência.
Segundo a Teoria da “Tectônica das Placas”, a litosfera é constituída de placas que se movimentam interagindo entre si, o que ocasiona uma intensa atividade geológica, resultando em terremotos e vulcões nos limites das placas.
Atualmente considera-se a existência de 12 placas principais que podem se subdividir em placas menores. Elas são: Placa Eurasiática, Placa Indo-Australiana, Placa Filipina, Placa dos Cocos, Placa do Pacífico, Placa Norte-Americana, Placa Arábica, Placa de Nazca, Placa Sul-Americana, Placa Africana, Placa Antártica e Placa Caribeana.
Os movimentos das placas são devidos às “correntes de convecção” que ocorrem na astenosfera (camada logo abaixo da litosfera): as correntes de convecção são causadas pelo movimento ascendente dos materiais mais quentes do manto em direção à litosfera, que, ao chegar à base da litosfera, tende a se movimentar lateralmente e perder calor por causa da resistência desta e depois descer novamente dando lugar à mais material aquecido.
No meio dos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico existem cordilheiras que chegam a atingir até 4000 mil metros acima do assoalho oceânico chamadas de Cordilheiras “Meso-oceânicas”. Estas cordilheiras se originam do afastamento das placas tectônicas nas chamadas “zonas de divergência”. São locais onde as correntes de convecção atuam em direções contrárias originando rupturas no assoalho oceânico pelas quais é expelido o magma da astenosfera. Dessa forma, ao esfriar, o magma (ou lava basáltica) causa a renovação do assoalho oceânico.
Outro tipo de movimento das placas tectônicas acontece nas chamadas “zonas de convergência” onde as placas se movimentam uma em direção à outra. Nesse caso, pode acontecer de uma placa afundar por sob a outra nas “zonas de subducção”. Isso acontece entre uma placa oceânica e uma placa continental porque a placa oceânica tende a ser menos densa que a placa continental o que faz com que ela seja “engolida” por esta última. Um exemplo é a zona de subducção da Placa de Nazca em colisão com a Placa continental Sul-Americana e responsável pela formação da Cordilheira Andina.
Quando o movimento de convergência ocorre entre duas placas continentais, ou seja, de igual densidade, ocorre o soerguimento de cadeias montanhosas como o Himalaia, por exemplo, que está na zona de convergência das placas continentais Euroasiática e Arábica.






Fontes: http://www-ext.lnec.pt, http://www.igc.usp.br


Oséias Alves
01/10/2009




Economia do Brasil




O Brasil tem um mercado livre e uma economia exportadora. Medido por paridade de poder de compra, seu produto interno bruto ultrapassa 1.6 trilhão de dólares, fazendo-lhe a oitava maior economia do mundo e a maior da América Latina. O Brasil possui uma economia sólida, construída nos últimos anos, após a crise de confiança que o país sofreu em 2002, a inflação é controlada, as exportações sobem e a economia cresce em ritmo moderado. Em 2007, o PIB brasileiro demonstrou um crescimento superior ao que se pensava, mostrando uma economia muito mais saudável e pronta para estrelar junto às outras economias BRICs. O Brasil é considerado uma das futuras potências do mundo junto à Rússia, Índia e China.




Desde a crise em 2002 os fundamentos macro-econômicos do país melhoraram. O real vem se valorizando fortemente frente ao dólar desde 2004, o risco país também vem renovando suas mínimas históricas desde o começo de 2007, e a Bovespa bate recordes de pontos a cada dia. Apesar de sua estabilidade macro-econômica que reduziu as taxas de inflação e de juros e aumentou a renda per capita, diferenças remanescem ainda entre a população urbana e rural, os estados do norte e do sul, os pobres e os ricos. Alguns dos desafios dos governos incluem a necessidade de promover melhor infra-estrutura, modernizar o sistema de impostos, as leis de trabalho e reduzir a desigualdade de renda.
A economia contém uma indústria e agricultura mista, que são cada vez mais dominadas pelo setor de serviços. As recentes administrações expandiram a competição em portos marítimos, estradas de ferro, em telecomunicações, em geração de eletricidade, em distribuição do gás natural e em aeroportos (embora a crise área tenha atormentado o país) com o alvo de promover o melhoramento da infra-estrutura. O Brasil começou à voltar-se para as exportações em 2004, atingindo em 2006 exportações de US$ 137.5 bilhões, importações de US$ 91.4 bilhões e um saldo comercial de quase US$ 46 bilhões.


(Fonte: Le Monde Diplomatique)

Oséias Alves
01/10/2009.