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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

CARTA DE REPÚDIO



Carta de Repúdio à visita do Sr. Presidente Iraniano Mahmoud Ahmadinejad ao Brasil, a convite do Presidente Luís Inácio Lula da Silva.

Sr. Presidente,
Quis Deus que a História do Brasil estivesse entrelaçada com a História do Estado de Israel, quando o diplomata brasileiro Oswaldo Aranha, presidindo uma sessão da ONU, em 29 de novembro de 1947, votou pela fundação do legítimo território do povo judeu.
Não parece algo congruente convidar a visitar o nosso país, alguém que taxativamente prega a extinção da Nação de Israel, bem como nega o maior crime cometido contra um povo disperso, perseguido e discriminado, que foi o Holocausto.
Não é tradição de nossa pátria acolher aqueles que cometem crimes contra a humanidade e muito menos os que incitam o ódio, a intolerância e a guerra, contra quem quer que seja.
Por isso pedimos que V. Exa. acate os clamores daqueles que estão sob sua autoridade, não deixando que venha até nós o Sr. Presidente Iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, por todas os veementes ataques contra o povo judeu, que se constituem em real ameaça a paz das nações.
20/11/2009

sábado, 24 de outubro de 2009

ESSE É O NOSSO BRASIL


Vamos celebrar o crime organizado no Rio de Janeiro, que semana passada derrubou um helicóptero da polícia fluminense, em uma brilhante cena de cinema.
Vamos celebrar a mesma polícia que teve helicóptero derrubado, viu um cidadão ser assaltado e assassinado, não prestou socorro, prendeu e soltou os bandidos, e, para ficar mais bonito ainda ficou com a jaqueta e o tênis do inocente ceifado.


Vamos comemorar em Brasília uma filha se auto seqüestrou, e para sua mãe solicitou resgate, nossa que inteligência, ainda chamam esta de universitária, e o pior do curso de “direito”.
Vamos comemorar o médico odontologista que deveria arrancar dois dentes de um adolescente excepcional, mas ao seu bel prazer resolveu arrancar todos os dentes do pobre menino!

Vamos comemorar e bater palmas para o Senado que já resolveu, o Sarney é o seu dono enquanto estiver lá, vamos parabenizar o Suplicy que nos faz de palhaços com sua cueca por cima da calça, que lindo!
Temos que celebrar também o Ministério da Fazenda, na pessoa da Receita Federal, que queria dar o cano no nosso pouco “dinheirão”, ao atrasar o pagamento da restituição do imposto de renda, mas a restituição do “Lulinha” foi o primeiro a ser restituído, que coisa justa!

Vamos celebrar os PAC’s e o Pré-Sal da nossa vida, afinal de contas, o Brasil é um país de todos. De todos os políticos corruptos, de todas as polícias despreparadas, do crime organizado e do cidadão desrespeitado.
Viva o acordo do Brasil com o Vaticano, nada mais certo! Sendo que nossa Constituição é bem clara quanto ao Estado LAICO, LAICO ENTRE ASPAS.

Vamos celebrar a Copa do Mundo, as Olimpíadas, nosso comodismo e o analfabetismo político da JUVENTUDE, principalmente.
Viva o escárnio do Presidente Lula, que afirmou:
“No Brasil, Jesus teria que se aliar a Judas”.
Esta afirmação só comprova que o Brasil é um país de hipócritas, corruptos, e traidores.

O presidente na minha visão quis dizer que se necessário for ele alia-se com o diabo, mas tem que defender seus interesses, que dane-se o povo.

Essa realmente foi a pior de todas as comparações que o “nosso” Presidente disparou.

Oséias Alves
24/10/2009

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

O PROFESSOR ESTÁ SEMPRE ERRADO - O QUE SERIA DE VOCÊ SE NÃO FOSSEM OS PROFFESORES?!

Recebi hoje dia 15 de outubro dia do professor esta mensagem que é bem legal e real.

Um abraço a todos os que fazem dessa profissão a mais bela. O que seria de você se não fossem os professores?!



O professor está sempre errado - Jô Soares
O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Precisa faltar, é um 'turista'.
Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.



Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu 'mole'.
É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!



Oséias Alves
15/10/2009



DIA DOS PROFESSORES – COMEMORAÇÕES E UM PESADELO DIFÍCIL DE ACABAR

Antes de começar esta postagem esclareço que o texto a seguir é de autoria de Arthurius Maximus, por ser um texto crítico, super atual e bastante relevante para o momento resolvi postar no meu blog, vale a pena ler e refletir.

 

O ensino no Brasil é caótico, deficitário e geralmente tem os resultados exagerados pelos governos que teimam em não ver o óbvio.
O discurso dos políticos e a realidade que vemos nas escolas públicas (e em algumas particulares) não poderiam refletir nada mais oposto e impossível de enquadrar. A propaganda do MEC – Ministério da Educação e Cultura – veiculada nas televisões brasileiras é bela e repleta de lirismo. O discurso usado na propaganda é quase uma cópia fiel do discurso político oportunista e totalmente vazio que estamos cansados de ouvir eleição após eleição: “Venha ser professor!” – A propaganda emocionante termina com uma convocação após imagens do mundo todo em que o professor é exaltado por ser o responsável pela virada evolutiva de inúmeros países.
Mentira? Não. Uma verdade avassaladora e que todos sabem. O Japão, a Alemanha, a França e inúmeros outros países que foram completamente arrasados durante a Segunda Guerra Mundial, usaram os recursos oferecidos a eles para investir na formação de cérebros. Professores foram formados nos melhores centros acadêmicos do mundo, bem pagos, valorizados e representaram o seu papel em escolas construídas ou reconstruídas com o único objetivo de ensinar.
O Brasil também recebeu “uma grana preta” do famoso “Plano Marshall”. Mas aqui, Getúlio Vargas o “Pai dos Pobres”, resolveu que o dinheiro seria mais bem investido na compra de Sandálias Alpargatas para os pobres do nordeste. Foi lindo! Todos os miseráveis e famintos nordestinos andando pela caatinga com lindas sandálias alpargatas novinhas. Getúlio foi aplaudido e idolatrado por “se preocupar com o povo e com os pobres”. O engraçado é que passados sessenta anos do conflito, aqueles pobres que receberam as alpargatas continuam pobres e miseráveis. As sandálias se desgastaram no solo árido da caatinga ou nas carrocerias dos “paus-de-arara” que lotaram as estradas com a mão-de-obra barata e sem qualificação de milhões de nordestinos que não tinham como se sustentar em seus estados.

O ensino no Brasil é caótico, deficitário e geralmente tem os resultados exagerados pelos governos que teimam em não ver o óbvio.
O discurso dos políticos e a realidade que vemos nas escolas públicas (e em algumas particulares) não poderiam refletir nada mais oposto e impossível de enquadrar. A propaganda do MEC – Ministério da Educação e Cultura – veiculada nas televisões brasileiras é bela e repleta de lirismo. O discurso usado na propaganda é quase uma cópia fiel do discurso político oportunista e totalmente vazio que estamos cansados de ouvir eleição após eleição: “Venha ser professor!” – A propaganda emocionante termina com uma convocação após imagens do mundo todo em que o professor é exaltado por ser o responsável pela virada evolutiva de inúmeros países.
Mentira? Não. Uma verdade avassaladora e que todos sabem. O Japão, a Alemanha, a França e inúmeros outros países que foram completamente arrasados durante a Segunda Guerra Mundial, usaram os recursos oferecidos a eles para investir na formação de cérebros. Professores foram formados nos melhores centros acadêmicos do mundo, bem pagos, valorizados e representaram o seu papel em escolas construídas ou reconstruídas com o único objetivo de ensinar.
O Brasil também recebeu “uma grana preta” do famoso “Plano Marshall”. Mas aqui, Getúlio Vargas o “Pai dos Pobres”, resolveu que o dinheiro seria mais bem investido na compra de Sandálias Alpargatas para os pobres do nordeste. Foi lindo! Todos os miseráveis e famintos nordestinos andando pela caatinga com lindas sandálias alpargatas novinhas. Getúlio foi aplaudido e idolatrado por “se preocupar com o povo e com os pobres”. O engraçado é que passados sessenta anos do conflito, aqueles pobres que receberam as alpargatas continuam pobres e miseráveis. As sandálias se desgastaram no solo árido da caatinga ou nas carrocerias dos “paus-de-arara” que lotaram as estradas com a mão-de-obra barata e sem qualificação de milhões de nordestinos que não tinham como se sustentar em seus estados.
O assistencialismo é assim. Você priva os pobres da possibilidade de libertação, permitindo que eles apenas sobrevivam com os agrados que você dá. Depois que o agrado acaba, o pobre continua pobre e agora é um escravo seu.

A educação não. Um pobre instruído, educado e formado numa boa escola, tem em mãos um patrimônio que é só dele. Com o saber ele pode buscar novas fronteiras e libertar-se da miséria por sua própria força e através do seu trabalho. Ele não é mais um escravo e não precisará mais de sandálias, bolsas, cestas e de qualquer outra esmola.
E foi assim no Japão, na Alemanha, na França e depois na Coréia do Sul e nos famosos “Tigres Asiáticos”. Enquanto o Brasil caminhava com suas sandálias alpargatas no pó da miséria e do assistencialismo, essas nações calçavam os sapatos da educação e corriam rumo ao futuro. Impulsionadas por seus professores.
Valorizar o professor; fazer com que as famílias entendam que a escola deve ser vista como uma extensão do lar e não como um centro de reclusão ou um lugar onde seus filhos devam ser depositados para aprender todos os aspectos da vida em sociedade e garantir que os professores retomem a autoridade e conquistem o respeito de seus alunos sem não acobertar as indisciplinas e violências praticadas pelos “inocentes anjinhos” são as condições para termos uma escola melhor e mais produtiva.
Da mesma forma, o professor para ser respeitado deve possuir as condições mínimas de impor respeito. Quem respeita um maltrapilho? Quem respeita alguém que é desvalorizado e desrespeitado por seus próprios superiores? Quem respeita alguém que se veste mal porque não tem condições de comprar boas roupas?
A chave para o sucesso do Brasil não é o pré-sal, o Lula e nenhum outro salvador da pátria que apareça. A chave é aplicar o dinheiro que já existe. Bastaria que um valor, correspondente ao usado para comprar os 36 caças, que equiparão nossa força aérea, fosse aplicado na educação.
Apenas com esse valor (que corresponde a todo o orçamento da educação para o ano de 2009) já teríamos o suficiente para que os professores ganhassem um salário digno e obtivessem meios para se atualizarem. Seria possível que as escolas fossem bem equipadas e melhoradas. E teríamos livros escolares de melhor qualidade e poderíamos ter em cada escola um laboratório de informática.
A solução é simples, o dinheiro existe e chegou o momento. Basta apenas deixarmos de aceitar as maldita sandálias alpargatas e olhamos pelos professores e para o futuro.


Autor: Arthurius Maximus

Por Oséias Alves
15/10/2009





quarta-feira, 14 de outubro de 2009

PÃO E CIRCO, PAC E PAN, COPA E OLIMPÍADA, ENFIM O BRASIL É UMA PAÍS DE TODOS



Os problemas sociais em Roma durante o império romano eram mais que muitos. A escravidão e desemprego geravam descontentamento entre o povo.
Receoso de que pudesse acontecer alguma revolta de desempregados, o imperador romano criou a política do «Pão e Circo».
Esta consistia em oferecer aos romanos alimentação e diversão. Quase todos os dias ocorriam lutas de gladiadores nos estádios ( o mais famoso foi o Coliseu de Roma ), onde eram distribuídos alimentos. Desta forma, a população carente acabava esquecendo os problemas da vida, diminuindo a sua vontade de revolta.

Fonte: (Wikipédia, a enciclopédia livre)

O povo só precisa de pão e circo,
Todos eles pensam isso,
Todos eles falam isso,
E todo mundo sabe disso. (Letra Catedral)
“Enquanto o oba-oba se espalha, hospitais, escolas e a segurança pública continuam entregues a própria sorte. Basta comentar que a mera aplicação de um valor semelhante ao gasto com os caças que serão comprados pelo Brasil (o que é acertado), um valor equivalente a R$ 4 ou R$ 7 bilhões (dependendo do modelo), correspondem a um ano de orçamento para a educação (aproximadamente) e que se fossem investidos um valor igual para dobrar esse orçamento, nossas crianças e jovens estudariam em escolas de primeiro mundo e teriam direito a professores doutores e a livros que não contivessem palavrões e apelos eróticos dos mais diversos COMO ALGUNS DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO.


Oséias
14/10/2009

SE A MODA PEGA...


terça-feira, 13 de outubro de 2009

RARARARA PARABÉNS PARA OBAMA KKKK


Realmente temos paz no mundo, e Mr. Obama contribuiu muito para isso com apenas 09 noves meses no poder ele já fez tanto !!!  kkkk, temos paz no Afeganistão, na Palestina, o Iran está em paz com todos kkkk
parabéns Obama. 


Oséias Alves
13/10/2009